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10 000 articles sur le Blog Maçonnique !Voilà, c’est fait, le cap du 10 000 ème article publié sur le Blog Maçonnique Hiram.be est franchi. Le Blog a été créé à Bruxelles le 19 août 2004 par Jiri Pragman avec l’objectif, jamais démenti depuis, d’être un blog d’information et de veille sur la Franc-Maçonnerie…

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Merry Christmas

The Worshipful Master and the Brothers of Lodge Sun Yat Sen, in Macau, wish to Brothers from other Lodges and Constituencies a very Happy Merry Christmas and a Joyfull New Year. A wish that the Fraternal Love we share and endure may help to turn the world in a better place with less hatred, violence and intolerance.
可敬的船長和兄弟的公寓孫中山想兄弟從分會和選區一個非常快樂的聖誕節和新年joyfull。也希望兄弟愛我們分享和忍受可有助於使世界在一個更美好的地方,少仇恨、暴力和不容忍現象。ChristmasMasonry

Looking to the sources of Freemasonry

Le Monde

The French revue ‘Le Monde’ publishes a detailled report on the historical origines of Freemasonry. It may be find in Le Monde des Religions. Collection Histoire. According to Pierre Molier the identity of Freemasonry is marked by its history. The year 1717 signaled the constitution of the Grand Lodge of London and the system that will last until today. But the origine of the transformation of the operative freemasonry to speculative freemasonry can be located in Scotland with William Schaw, Master of Works of the King in Edinburgh. It was William Schaw that wrote the Statuts Schaw which framed a new conception of lodge as we have nowadays. In detail the interesting interview of the historian Pierre Molier.  http://www.lemondedesreligions.fr/savoir/aux-sources-de-la-franc-maconnerie-02-12-2015-5126_110.php

 

Formed Franc-Maçonnerie & Société (FM&S)

Laicite-baudriers

Freemasonry & Society is a small manonic club. It anounced that it will reunite the top officers of four French Obediences: the Grand Orient of France, the Grand Lodge de France, the Federation of ‘Droit Humaine’ and the Grand Lodge Feminine de France. The subject of this new club is to discuss the future of the Republic. The objective is to unite the Freemasons in a common platform of common action facing the raise of the deadly forces of totalitarianism. Quoted from the Blog Maçonnique of L’Express.

“Franc-Maçonnerie & Société (FM&S), un petit club maçonnique, annonce qu’il réunira plus hauts dignitaires de quatre grandes obédiences : GODF, GLDF, FFDH et GLFF.

Si les Grands Maîtres Daniel Keller et Philippe Charuel, le Président Monique Postal et la Grande Maîtresse Marie-Thérèse Besson sont effectivement présents à la tribune de la réunion publique que FM&S organise le 19 janvier 2016, ce sera à n’en pas douter une performance.

Il ne s’agit pas seulement de se réunir pour se réunir, si ce n’est qu’en ces temps de brouille interobédientielle chronique, surtout entre le GODF et la GLDF de 2012 à 2015, ce vent d’union semble particulièrement positif.

FM&S«Après le 13 novembre, quelle refondation pour la République?» Le thème de cette réunion publique du 19 janvier semble ambitieux, surtout s’il s’agit, comme l’annonce FM&S, «d’unir les francs-maçons sur une plate-forme d’action commune» au cour d’«un grand rassemblement face aux forces mortifères du totalitarisme».

Très ambitieux donc, alors que le rassemblement du 6 décembre pour le 110e anniversaire avec six obédiences a l’air d’avoir un peu de plomb dans l’aile. A la GLDF et la GLFF, on n’a pas apprécié que sur l’affiche, les frères et les sœurs soient invités à apporter leurs «bannières, sautoirs et cordons». «J’ai dit à Daniel Keller, que, si nous ne remettons pas en cause le fond de l’initiative commune, ce n’est pas dans nos usages de manifester avec bannières, sautoirs et cordons, donc la GLDF ne sera pas officiellement représentée, ce qui n’interdit pas à nos frères d’être présents», me confie Philippe Charuel, Grand Maître de la GLDF. Contacté par mes soins, Daniel Keller m’explique qu’il lui semblait «évident qu’à un rassemblement maçonnique, se regroupent, s’ils le souhaitent, des frères et sœurs en décors maçonniques».”

A profanização

Power

Há um fenómeno preocupante no mundo maçónico: a profanização de Obediências. É algo que tem diversas manifestações e especialidades, consoante os países. Três delas são a cultura exclusivista de partido político, o dogma fetiche, e a reverência doentia ao lider. Quanto ao primeiro aspecto manifesta-se numa cultura de gang, de seita, de facção em que quem discorda da linha oficial é tratado, sibilinamente, por ‘traidor’, ‘renegado’, ‘pulha’ ou outros adjectivos que me dispenso aqui de referir. A segunda é a cultura da irreversibilidade e sacralidade do dogma como se ele fosse um conjunto de princípios finitos, perfeitos que só os ‘anti qualquer coisa’ põem em causa. Invoca-se Albert Pike mas não se percebe que o livro que ele escreveu era provocatório, que queria fazer pensar aqueles a que se dirigia e não era, nem é, uma ‘Escritura’ maçónica. Aliás o Supremo Conselho dos Estados Unidos-Jurisdição Sul não o deixa de sublinhar no prefácio que incorpora nas suas inúmeras edições da obra. O terceiro apontamento é uma espécie de culto de personalidade, tipo Pol Pot, do líder. Como se ele nunca errasse, que fosse inquestionável, incriticável, absoluto, divinizado. Na verdade, nunca o foi. Um dos princípios cardinais da Grande Loja de Londres, a loja mater da Maçonaria Especulativa era a anualidade do mandato do Grão-Mestre. Regra transportada para a constituição da Grande Loja Unida de Inglaterra e depois para as grande-lojas do continente europeu. Infelizmente, foi uma regra abandonada, por razões práticas, ditadas pela operacionalidade interna das Obediências, pela extensão geográfica da sua jurisdição. Em boa verdade, o Grão-Mestre é, apenas, um Mestre Maçom em funções de presidência apontado ou eleito pelos seus companheiros de Mestria. Como o seu poder é temporal, não-divino e não-sacramental. Quando as Obediências se deixam tomar pelas três características apontadas profanizam-se, afastam-se dos seus Irmãos e tornam-se mecanismos de eco do poder político ou correias de transmissão de bem identificados facções dentro dos partidos. São máquinas de poder, de influência e de eliminação de competidores.